JULIO,
Carlos Alberto. A Arte da Estratégia.
São Paulo: Campus, 2005.
Segundo livro da Série PIQUE Profissional,
o objetivo do autor neste livro é montar
regras de estratégia que podem facilmente
ser aplicadas e explicadas para todos na organização.
O conteúdo faz uma revisão de algumas
das principais estratégias e estrategistas,
mostrando exemplos práticos da utilização
de modelos consagrados. O livro serve como ferramenta
essencial para um plano de produto ou mesmo para
um plano estratégico qüinqüenal.
Segundo o autor, é possível planejar,
executar e ter sucesso com fórmulas mais
simples e aplicáveis a qualquer organização,
como uma padaria, um pet shop ou uma escola. Sem
dúvida, é melhor ter uma estratégia
simplificada do que simplesmente não parar
para pensar o negócio e discutir seu futuro,
sua concorrência, suas possibilidades de novos
produtos, clientes e mercados. Um livro muito interessante
para pequenos e médios empreendedores.
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| HEMINGWAY,
Ernest. O velho e o mar. São
Paulo: Bertrand, 2000.
Já li esse livro umas dez vezes, no mínimo
e ainda vou ler mais. Além de ser cativante,
trata-se de um exercício de literatura.
Depois de passar quase três meses sem fisgar
um peixe, tripudiado pelos colegas de profissão,
o velho Santiago enfrenta o alto-mar, sozinho,
em seu pequeno barco. Quer provar aos outros e
a si mesmo que ainda é um bom pescador.
É em completa solidão que ele travará
uma luta de três dias com um peixe imenso,
um animal quase mitológico, que lembra
um ancestral literário, a baleia Moby Dick.
À medida que o combate se desenvolve, o
leitor vai embarcando no monólogo interior
de Santiago, em suas dúvidas, sua angústia,
sentindo os músculos retesados, a boca
salgada e com gosto de carne crua, as mãos
úmidas de sangue. Por fim o peixe se dobra
à força do pescador. Mas a vitória
não será completa - surgem os tubarões...
Escrito num estilo ágil e nervoso, máxima
depuração da prosa jornalística
do autor, o livro explora os limites da capacidade
humana diante de uma natureza voraz, onde todos
os elementos estão permanentemente em luta,
numa autodevoração sem fim. Um clássico
da literatura.
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